Na última terça-feira (08), os Guardas Municipais realizaram uma grande assembléia com mais de 100 participantes, para avaliar o Plano de Cargos e Salários que o prefeito Papa quer empurrar para os servidores.
Trata-se de um plano elaborado pela FGV por encomenda de Papa e que custou 300 mil reais aos cofres públicos. Por unanimidade a assembléia rechaçou esse plano e decidiu:
 
– descartar qualquer possibilidade de encaminhar propostas de alteração ao projeto do prefeito;
– retomar a luta pela implantação do projeto do PCCS construído pelos próprios trabalhadores há algum tempo.
 
Os servidores da Guarda Municipal entenderam que o plano de Papa retira direitos e aumenta a pressão das chefias sobre os mesmos. Eles defendem que todas as secretarias devem se mobilizar e unificar a discussão de um PCCS melhor para todo o conjunto e avaliaram que é importante não misturar Campanha Salarial com discussão de PCCS, já que a segunda exige mais fôlego e discussões mais aprofundadas.